Tempo de conversas

2 de setembro de 2010

Por Lucas Rossi,

Vira e mexe, aqui na redação, me perguntam o ano em que nasci. Respondo, sem problemas, que foi em 1988. Não demora muito e então começa a sessão nostalgia. Um vira e diz que, no ano em que eu nascia, ele já fazia isso e aquilo. A outra põe a mão na boca e faz uma cara de “não acredito, eu lembro quando tinha essa idade e fazia tal coisa.” O engraçado é que não foi uma, duas ou três vezes. A sessão nostalgia acontece sempre. Eu, particularmente, gosto, afinal me mostra que ainda tenho tanto chão para caminhar, tanto texto para escrever, tanta fonte para entrevistar e tanto a viver. Mas sinto que muitos deles, que vejo serem realizados na carreira, ficam um pouco mal com a reflexão.

Como a revista está completando 12 anos, rolou mais uma dessas sessões. A Diretora X (que tem ares de Y) começou a perguntar pela redação o que cada um fazia em 1998, quando a VOCÊ S/A foi lançada. Fiz as contas e constatei que estava na terceira série. Nem preciso dizer que quando informei a constatação a sessão nostalgia começou.

Lembrei-me do livro Conversa Sobre o Tempo, que é, literalmente, uma conversa entre os escritores Luis Fernando Veríssimo e Zuenir Ventura, mediado pelo jornalista Arthur Dapieve. A conversa, que ganhei de presente de aniversário de um grande amigo, e a sessão nostalgia me fizeram refletir muito sobre o futuro. Não posso negar que penso muito sobre quem serei daqui alguns anos. O futuro dá medo, ao menos para mim. Talvez a palavra não seja medo, e sim angústia ou ansiedade. Assim como os que começam a pensar o que faziam no ano em que eu estava nascendo, eu penso o que serei quando tiver a idade deles.

O que me chamou atenção no livro foi ver que a vida, essa composição de milhares de histórias, passa tão rápido e nem a vemos passar. Tem coisas que só o tempo pode nos oferecer. As realizações, por exemplo, só com o tempo chegam. O aprendizado, só com ele. Algumas angústias só passam com ele. De nada adianta sofrermos pensando o que fomos ou o que seremos. É claro que temos que ter metas e planejar o caminho para cumpri-las. Mas se ficarmos com esses medos, essas angústias e essas ansiedades, não faremos nada e nenhum sonho será realizado.

Quando meu amigo me presenteou, havia um cartão e nele, entre aspas, uma citação: “tempo, tempo, tempo, tempo”. Ele provavelmente não sabe, mas é um trecho de uma das minhas músicas favoritas, “Oração ao Tempo”, escrita por Caetano Veloso, que gosto quando é interpretada pela Maria Bethânia, que dispenso comentários. Aqui embaixo vocês conseguem ouvir a música na versão da cantora baiana. Deixo, para que vocês reflitam, as seguintes partes, da canção:

Tempo…

Vou te fazer um pedido

Compositor de destinos

Entro num acordo contigo

Quando o tempo for propício

Ganhe um brilho definido

E eu espalhe benefícios

Afinal, o que será dessa vida se não para ajudarmos o mundo e beneficiar a todos que pudermos? Porque trabalhar apenas pelo salário é inútil. O que gosto na sessão nostalgia é sentir que muitos deles não querem que o tempo passe para poder fazer mais, produzir mais, ajudar mais. E assim acredito que seja: se não for para acrescentar, melhor parar e recomeçar.

Fonte: Estagiário Y

Identifique os líderes Y

31 de agosto de 2010

As mudanças estão aí, você já pensou sobre isso? Surgiu novo perfil de consumidor, novos mercados, novas plataformas de negócios e uma nova geração que vem ganhando espaço nos escalões mais altos das empresas. É a Geração Y, composta de jovens inquietos e talentosos. Mas entre esses empresários, quem são os líderes? Esse é um grande desafio.

César Souza (Presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de palestrante e autor de livros como “Cartas a um Jovem Líder”) escreveu um artigo no portal HSM On Line e destacou três aspectos que, segundo ele, precisam ser aprofundados pelos líderes atuais e pelos profissionais de RH, confira:

“- A responsabilidade de identificar e cultivar os potenciais Líderes Y dentre os talentos da G-Y, é tarefa indelegável dos gestores e líderes atuais e não deve, nem pode, ser considerada como tarefa da área de RH. O máximo que esses profissionais podem fazer é ajudar os líderes e gestores nessa tarefa, mas jamais substituí-los;

- A G-Y não se sente mais tão atraída, como as gerações passadas, pela marca das empresas. O que as atrai ou as afasta é o grau de aderência que a “causa” da empresa tem com suas causas e valores pessoais;

- O desafio não é “atrair e reter” talentos Y, pois eles não apreciam essa expressão – um deles me revelou que “retenção” lembra “detenção”. Proponho que pensemos em ‘atrair e engajar” os G-Y. Engajamento será uma palavra chave para lidar com essa turma.”

Carlos Souza, propõe ainda algumas observações para contribuir para a identificação, desenvolvimento e engajamento dos Líderes Y:

- O Líder Y não se satisfará em cumprir Metas, Resultados, ou com Cargos e Empregos. Treine-os para desenvolver Causas e levantar bandeiras;

- O Líder Y não se satisfará em comandar seguidores e pessoas obedientes;

- O Líder Y não se satisfará apenas em fazer a sua parte. Crie oportunidades para que possam cuidar do todo;

- O Líder Y não se satisfará com o mundo do tangível. Ajude-os a ser bons gestores do intangível;

- O Líder Y não se satisfará em fazer apenas o combinado. Ajude-os a extrapolar, surpreender e se diferenciar da multidão;

- O Líder Y não se satisfará com discursos sem coerência com a prática. Eduque-os pelo exemplo. Fale mais aos olhos que aos ouvidos;

- O Líder Y não se inspirará pela autoridade ou pelo carisma. Inspire-os pelos valores.

Os Y estão aí para agregar valores ao mundo organizacional. É importante que todas as gerações saibam reconhecer essas potencialidades e aproveitá-las para inovar!

Se você quer fazer parte dessa geração empreendedora, faça o Global Talent – um programa educacional desenvolvido pelo B.I. International, direcionado para jovens universitários ou recém formados com até 25 anos. O Global Talent alia inovação, empreendedorismo e sustentabilidade e possibilita ainda imersões internacionais com as melhores escolas de negócios do mundo como Berkeley (EUA) e Shanghai (China). Saiba mais: www.globaltalent.com.br.

Pensar positivo pode ser a chave do sucesso!

26 de agosto de 2010

Você já ouviu ou disse aquela história de que “é melhor ganhar pouco, ter saúde e ser feliz, do que ganhar muito e viver estressado e preocupado”? Pois é, essa história pode ser reflexo de um fracasso e não de uma opção de vida, ou mesmo, de uma situação onde deixamos de assumir o controle de nossas atitudes e, até mesmo dos nossos pensamentos. No portal HSM Online, Eduardo Zugaib, profissional de comunicação e palestrante, chama essa atitude de “auto-sabotagem que confundimos com uma pseudo-tranquilidade”.

Zugaib lembra que acreditar apenas nas opções de “ganhar bem e viver mal” ou “ganhar pouco e ser feliz” faz que desconsideremos inúmeras possibilidades de alcançarmos o sucesso profissional, econômico e pessoal.

“Quem disse que não é possível ganhar bem, ter saúde e ser feliz? Essa dissociação entre dinheiro e felicidade, tratados como universos antagônicos, estabelece em nós um padrão limitante de crenças. A partir desse modelo, idealizamos nossos pensamentos, que rascunharão nossos sentimentos, que comporão nossas atitudes e, finalmente, materializarão nossos resultados. O dinheiro é uma energia neutra e sua polarização está nas nossas mãos: é possível tratá-la como algo sujo, que corrompe e demoniza, ou como algo que promove mudança, movimenta a economia, gera trabalho, fomenta a tecnologia e todas as outras esferas de prosperidade que a nossa inteligência pode imaginar”, explica.

E não é apenas a questão econômica que está ligada ao padrão mental, não! Os nossos pensamentos influenciam todas as áreas das nossas vidas: trabalho, fé, relacionamentos, entre outras. A decisão de orientar esse “padrão mental” a fim de produzir coisas positivas e realizações é de cada um. De acordo com Eduardo Zugaib, o que cremos é que determina nossas ações. É preciso estar atento para que o desejo de inovação esteja presente, ao invés da lamentação. Caso contrário, seus pensamentos vão deixar de ser uma imagem pessimista e vão se tornar reflexo de uma realidade que você construiu.

Por isso é importante que você planeje o seu futuro profissional e pessoal com boas perspectivas. Esse já é um grande passo. Realizar ações para que os sonhos se tornem realidade já é o segundo degrau do pódio. A conquista acaba sendo uma conseqüência natural.

Se você é um jovem universitário ou recém formado, com até 25 anos, e está nessa busca pelo crescimento profissional, dê um passo adiante, faça o Global Talent! O programa desenvolvido pelo B.I. International capacita os jovens, com base nos conceitos de inovação, empreendedorismo e sustentabilidade. Além disso, os alunos podem realizar imersões internacionais em escolas de negócio mundialmente reconhecidas, como Berkeley (EUA) e Shanghai (China). Suba mais um degrau no pódio e levante o troféu do sucesso!

O sucesso depende da educação continuada

24 de agosto de 2010

Qualificação contínua. Esse é o segredo para se manter no atual mercado de trabalho tão competitivo. Essa é a opinião de Vinícius Henrique Sardinha, no Portal dos Administradores.

“Profissionais qualificados, é isso que o mercado de trabalho exige dos colaboradores disponíveis no ambiente organizacional. Independente da faixa etária, sexo e religião, o profissional deve buscar qualificação contínua, buscando o aperfeiçoamento das técnicas exercidas na empresa”, afirma.

Se você é jovem e está começando sua vida profissional agora, conheça o Global Talent, que é um programa do B.I. International voltado para jovens universitários ou recém formados, com até 25 anos. O Global Talent alia ensino a distância e presencial, ensino nacional e internacional, baseados nos pilares da inovação, empreendedorismo e sustentabilidade.

Se você possui mais de 25 anos, acesse o site do B.I. e conheça o programa de educação continuada Diamante do Desenvolvimento. Veja em qual patamar da carreira você se encontra e veja quais oportunidades se adequam ao seu momento profissional.

É importante lembrar que, independente da sua idade ou experiência, existem algumas regras básicas para você se inserir ou se recolocar no mercado, confira:

- Tenha iniciativa e mostre interesse na vaga.

- Seja claro e objetivo, o recrutador precisa compreender a sua mensagem.

- Saiba mais sobre a empresa, pesquise quais atividades e os produtos com que pode trabalhar.

- Tenha postura e se comunique formalmente, evitando gírias.

Agora é com você! Invista na sua carreira e chegue ao seu topo profissional!

Nada sai errado nesta vida. O que acontece, acontece por uma razão

19 de agosto de 2010

David Lieberman

Quando eventos não saem como você planejou, existe uma razão.

Quando você não alcançou os resultados desejados, existe uma razão. E porque existe uma razão para que as coisas sejam como são é que existe uma maneira de mudá-las.

Para alcançar um resultado diferente, simplesmente é requerida uma causa diferente.

Em vez de assumir que o mundo todo está injustamente conspirando contra você, procure entender a causa do seu infortúnio. Uma vez que você descobriu a causa, você pode ter uma estratégia para alcançar o que deseja alcançar.

O que você vê como problema, não veio até você para anulá-lo e fazer com que você não tenha nenhuma perspectiva futura. Busque a solução.

Existe uma razão por detrás de tudo que acontece.

Faça, portanto, com que essa razão venha trabalhar em seu favor.

A importância do currículo

17 de agosto de 2010

O currículo é umas das chaves para que você conquiste boas oportunidades de emprego. É ele que vai detalhar como cada profissional trilhou sua carreira, tanto pelas experiências profissionais, quanto pela preparação com cursos e formação acadêmica. No entanto, existem erros simples (e não menos graves), que são muito comuns no dia a dia dos recrutadores. Conheça os quatro erros mais comuns levantados pela Catho Online:

- Erros gramaticais: Revise o currículo para evitar erros gramaticais ou de português. Segundo pesquisas realizadas pela Catho Online, um a cada quatro currículos é rejeitado por motivos de erros português ou ortografia;

- Objetivo profissional: outro erro comum é a inserção de mais de um objetivo profissional ou um objetivo muito amplo. É essencial que, ao ler o currículo, o selecionador entenda o objetivo real do profissional. Por isso, é válido inserir apenas um cargo de atuação ou uma área;

– Não atualizar dados pessoais: Os dados pessoais são a referência para o recrutador entrar em contato com o candidato. Caso estejam desatualizados, podem ser o motivo para a exclusão daquela pessoa para a oportunidade de emprego;

– Cuidado ao informar cursos: não é indicado inserir cursos não relacionados à área de atuação. Isso pode passar uma impressão negativa ao selecionador de que não tem um objetivo focado ou não está interessado naquela determinada área. Outro exemplo também é de cursos trancados, principalmente em casos que a área de atuação não tem relação com objetivo profissional do candidato.

Segundo o Jornal Carreira e Sucesso um bom currículo deve conter dados pessoais e de contato, objetivo, resumo de qualificações, formação acadêmica, fluência em idiomas, experiência profissional, cursos e conhecimentos em informática.

De acordo com pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros”, realizada pela Catho Online com mais de 16 mil recrutadores, o item que eles mais valorizam no currículo, na hora de contratar, é a experiência técnica anterior relacionada ao cargo, seguido da formação acadêmica.

Portanto, um bom currículo possui bons cursos. Invista no seu participando de um programa de educação executiva, voltado para jovens universitários ou recém formados de até 25 anos. O Global Talent agrega valor a sua experiência na hora de conquistar aquela oportunidade de emprego que sempre sonhou, pois alia empreendedorismo, inovação e sustentabilidade com imersões internacionais nas melhores escolas de negócios do mundo, como Berkeley (EUA) e Shanghai (China). Faça de seu currículo sua porta de entrada para o sucesso profissional. Com o Global Talent você se diferencia e alcança as melhores oportunidades! Saiba mais: www.globaltalent.com.br .

A maneira mais rápida de se chegar ao topo é sair do chão

12 de agosto de 2010

Eugene Swearingen

Quando você olha – de uma certa distância – para o topo de uma alta montanha, ela pode parecer imensa demais e impossível de ser escalada.

Porém, quando você chega na base da montanha, você, com muita probabilidade, encontrará algum caminho que o conduzirá para cima.

Torna-se agora óbvio que, ao dar um passo de cada vez, você poderá, sim, chegar ao topo da montanha.

Qualquer desafio pode ser visto da mesma maneira. Quando ele é apenas um conceito distante, os desafios parecem ser insuperáveis. Porém, ao chegar no ponto onde você estará pronto para dar o primeiro passo, aquele desafio se torna muito menos intimidador. Quando você dá seu primeiro passo, você começa a compreender que terá fortes chances de alcançar o seu objetivo.

Existe algum desafio que você está evitando simplesmente porque ele é grande e intimidador?

Vá em frente, encare o desafio e você verá rapidamente que as coisas não são tão difíceis como você imaginava.

Superar desafios pode acrescentar preciosos valores ao seu mundo e pode aprimorar consideravelmente a qualidade da sua vida.

Vá em frente e você irá constatar, sem duvida alguma, que você pode subir ao topo da sua montanha.

A obra do justo conduz à vida. Provérbios 10:16

Networking e sucesso nos negócios

10 de agosto de 2010

Para alcançar o sucesso no trabalho é importante estar preparado e também estabelecer uma boa rede de contatos, o famoso “networking”. Mas quem são esses contatos tão importantes para os negócios? Estão perto! São clientes,  fornecedores e funcionários. Todos devem ser estimulados a divulgar a empresa e possuir um relacionamento recíproco com a organização. Mas como fazer isso? Alex Yamamoto, consultor que investe em networking corporativo, deu algumas dicas no portal da Universia, confira:

É de extrema importância manter o cliente satisfeito, só assim ele poderá falar bem da empresa. Por isso, não é necessário investir apenas na conquista, é preciso investir no pós-venda e marcar presença como uma empresa solícita e presente no cotidiano do cliente. Uma das estratégias para isso, é o envio (com autorização prévia) por e-mail de informativos com promoções e lançamentos. A reciprocidade, essencial nesse processo de fidelização, pode ser marcada pelo oferecimento de vantagens aos clientes que indicam outros, como descontos ou diferenciais no serviço.

Os fornecedores possuem muitos contatos importantes e são fontes de oportunidades. Uma dica é apresentá-los a clientes em potencial que possam precisar de seus produtos e serviços.

É essencial envolver os funcionários e fazê-los ser parte ativa da rede de contatos. Yamamoto conta que estabelecer metas é uma estratégia eficiente. Foi o que ele fez na sua empresa no ano passado, com 35 profissionais (da recepcionista ao diretor). Quem as alcançassem viajaria para a Disney. Assim, todos ficaram motivados e passaram a observar melhor onde estavam as oportunidades para a empresa. Uma das metas envolvia estabelecer relacionamento com contadores. “Todos se puseram a pensar se conheciam um contador para indicar à equipe de vendas”, diz.

O resultado é que a empresa toda se divertiu em Orlando. Contudo, para uma ação destas funcionar, é preciso entendimento profundo do negócio. “Aqui, independente do cargo, em sua primeira semana de trabalho todo profissional passa por todas as áreas, acompanha visitas a clientes e é chamado a fazer uma apresentação”. Assim, qualquer profissional tem condições de identificar potenciais clientes ou fornecedores.

Mas não basta estabelecer os contatos, é preciso ampliar os horizontes e expandir a rede. Aí entram as participações em feiras e eventos e, claro, as redes sociais. O CEO da consultoria de estratégia corporativa, Daniel Domeneghetti, lembra que deve-se colaborar com informações relevantes, pois não adianta ter um número gigantesco de contatos sem relacionamento “Não estamos falando de quantas pessoas se conhece, mas sim da quantidade de pessoas relevantes”, ressalta.

Pessoas relevantes merecem tratamento diferenciado. Não há networking efetivo sem se conhecer quem são essas empresas e os representantes que se relaciona. “É preciso saber de onde se conhece a pessoa, o que ela faz, em que região está, quais grupos influencia e como pode ser útil”, explica Domeneghetti. O networking também exige um planejamento estratégico com um mapeamento, que deve ser sempre atualizado, que identifique a possível contribuição que cada contato pode oferecer a organização. Assim se estabelece um número menor de contatos, mas com efetivo relacionamento.

Comece já a sua rede de contatos, no Brasil e no exterior, e ainda adquira a qualificação de um programa da mais global escola de negócios do Brasil – o B.I. International. O Global Talent é um programa educacional desenvolvido especialmente para jovens com até 25 anos, que estejam prestes a se formar ou tenham até 2 anos de formação. O Global Talent alia empreendedorismo, inovação e sustentabilidade, e possibilita imersões em empresas parceiras e imersões internacionais em universidades reconhecidas mundialmente, como Berkeley (EUA), Swinburne (Austrália) e Shanghai (China). Esta é uma excelente oportunidade para você estabelecer seu networking, agregar conhecimento e se destacar no mercado corporativo. Saiba mais: www.globaltalent.com.br .

Planeje seu futuro para que ele aconteça

5 de agosto de 2010

Os jovens de hoje começam a pensar cedo no futuro. Ainda bem, pois sem planejamento no presente não há amanhã. Uma das estratégias de pensar o futuro é poupar. Mas, se por um lado encontramos jovens que passam a ver a importância de planejar o futuro e a guardar dinheiro, por outro, assistimos a um novo fenômeno que merece atenção: o alto índice de endividamento.

De acordo com pesquisa da revista Época, a inadimplência entre pessoas com até 20 anos no primeiro semestre de 2010 dobrou em relação ao ano anterior. Se você está entre esses endividados, mude agora e garanta um futuro melhor! Planeje seus gastos, não caia nas armadilhas do consumo desenfreado.

Nos países mais desenvolvidos, os pais guardam dinheiro para pagar a faculdade dos filhos. No Brasil, as famílias poupam apenas 4,7% do PIB, segundo o último levantamento do IBGE.

Outra dica: negocie! Sempre é possível conseguir um desconto, principalmente se você pesquisar os preços e mostrar que a concorrência pode atender suas necessidades.

Crie hábitos de planejamento. Não gaste dinheiro, faça investimentos. Não significa que você precisa guardar todo o seu dinheiro ao final do mês, mas, sim, que você deve investir no que pode te trazer retorno. Investir em uma previdência privada, em educação e cursos de aperfeiçoamento, são sempre garantias de um futuro melhor.

Comece agora! Anote em um caderninho sua receita e seus gastos. Veja em que pode economizar e guarde parte do dinheiro para investimentos. Escreva também seus sonhos: casa e veículo próprios, o curso de especialização que deseja, a viagem para o exterior, etc. Esse exercício vai contribuir para que você siga cada passo do seu planejamento e alcance seus objetivos!

O Global Talent é uma excelente forma de você investir no seu futuro e ter uma carreira de sucesso! É um programa de educação continuada destinado a jovens que possuem até 25 anos e estejam nos últimos anos da graduação, ou que possuam até 2 anos de formação. É a união da teoria e prática, ensino presencial e virtual e imersões internacionais. O resultado é um ensino de qualidade, embasado no empreendedorismo, inovação e sustentabilidade. Invista em você e transforme o seu planejamento de sucesso profissional em realidade! Saiba mais: www.globaltalent.com.br .

Como ser um empreendedor?

3 de agosto de 2010

Muitos sonham em ser empreendedor. Alguns possuem o empreendedorismo como uma característica nata, outros apenas desejam desenvolver essa característica. Mas para ser um empreendedor de sucesso, é preciso ir além. Empreender envolve riscos, sonhos, carreira, emprego, entre outros fatores. O que vai determinar o sucesso ou não de uma empreitada vai depender de muito mais que um “feeling” empreendedor. É preciso desenvolver um plano formal de negócios, respeitando e entendendo cada etapa do seu empreendimento.

O professor de MBA e palestrante na área de Estratégia e Relacionamento, Edson Talarico, traça um plano, na HSM OnLine , para combinar seu instinto empresarial com a capacidade analítica de planejamento, que podem determinar o seu sucesso. Confira!

Como entender a minha fase atual de negócio?

Assim como a idade das pessoas, as empresas também têm um ciclo de aprendizado ou de estágio de competição. Podemos resumi-los em três fases: produção, vendas e mercado.

1 – Ciclo de Produção

No ciclo de produção, a empresa tem como característica a centralização operacional de todas as atividades em um dos sócios. Além disso, os processos de decisão são orientados para a entrega da promessa do serviço, a satisfação dos poucos clientes, a redução de custos e a valorização excessiva da qualidade dos serviços prestados.

A vida pessoal fica totalmente comprometida, sendo comum misturar as gestões da casa, dos negócios e do relacionamento familiar. A sensação é de que quanto mais se trabalha, mais se está contribuindo para o crescimento dos negócios. Mas isso não é uma verdade absoluta!

A mortalidade das empresas nesta fase é de 30% e o tempo estimado é de 12 meses de turbulência empresarial. Tal qual a infância de uma pessoa, a empresa precisa de atenção, carinho e alimentação financeira para assegurar a base do seu crescimento.

Como metodologia, as seguintes ferramentas devem ser trabalhadas:

- Planos de contas e de grupos de despesas (contador);
- Plano de fluxo de caixa e de investimentos (banco);
- Plano de comunicação e agenda de trabalho (equipe);
- Dimensionamento dos serviços (grupos, custos e preços);
- Tabelas de preços customizados (pacotes e ofertas especiais).

2 – Ciclo de Vendas

Neste ciclo, os negócios sofrem uma mudança cultural significativa e o aprendizado obtido permite avaliar melhor o perfil dos colaboradores, as faixas de remuneração e a amplitude da extensão e profundidade dos serviços a serem oferecidos. As palavras de ordem são faturamento, gestão (de agendas) e perdas (pelo absenteísmo de horários). Geralmente são criados mecanismos de premiação das equipes pelo oferecimento de serviços complementares e/ou pela redução de tempo na atividade realizada.

O clima é de competição interna e os concorrentes externos crescem em importância na decisão do que vender e de quanto cobrar. Observa-se uma tendência de investimentos na organização de bancos de dados e uma forte preocupação na gestão da retenção dos bons clientes e nos profissionais internos mais valorizados pelos clientes. Neste período, observa-se a mortalidade de 50% das empresas, estendendo-se o período até o terceiro ano de operação.

Muitos são os limitadores desta etapa, destacando-se a falta de capital de giro, a intensificação dos problemas de relacionamento entre os sócios e divergências quanto aos critérios de retiradas e de novos investimentos.

Um ponto de atenção é a concentração excessiva de investimentos em divulgação, comprometendo o fluxo de caixa e inviabilizando a lucratividade operacional, transferindo para folhetos e anúncios a responsabilidade pela conquista de clientes. Isso é, certamente, é um grande erro empresarial.

Outro raciocínio importante nesta etapa é reorganizar os mapas de faturamento e dos custos operacionais. Lembre-se de que a empresa foi criada para gerar valor e lucro para o investidor.

As seguintes ferramentas são utilizadas como metodologia desta fase:

- Calendário de atividades promocionais;
- Revisão do portfólio de serviços;
- Geração de eventos para captação de clientes;
- Criação de planos de incentivo com a redução dos custos fixos;
- Reestruturação societária e/ou da equipe;
- Revisão dos planos de investimento e definição de modelos de retirada.

3 – Ciclo de Mercado

O terceiro e permanente estágio de competição denomina-se mercado. O jogo dos negócios ganha mais complexidade e o processo de gestão se torna mais sofisticado. A leitura diária do empreendedor consiste na avaliação fria e independente da margem de contribuição do negócio e o retorno sobre os investimentos realizados. As parcerias com fornecedores se tornam determinantes, bem como a implantação de programas de expansão geográfica e territorial.

O crescimento segue a orientação de ganho de escala, de padronização de processos de trabalho e melhoria dos sistemas de compras, de gestão e administração dos custos operacionais. Nesta fase, compreende-se melhor o papel dos públicos influenciadores e multiplicadores de opinião, buscando-se as melhores práticas operacionais como orientação de trabalho. Torna-se comum neste período ampliar a visão e a missão do negócio, buscando atividades sinérgicas às realizadas.

O crescimento da operação pode ser estabelecido na geração de franquias, na criação de uma rede própria e/ou na efetivação de alianças estratégicas. Observa-se ainda o acompanhamento de índices econômicos do setor e o estabelecimento de objetivos empresariais mais específicos, tais como metas para o triênio, tanto financeiras (faturamento e margem), quanto mercadológicas (imagem e participação de mercado) e estruturais (padrões de excelência e de satisfação dos públicos).

Como ferramentas deste período, destacam-se:

- Planejamento estratégico (três anos);
- Metas compartilhadas por unidades de negócios;
- Indicadores de desempenho e resultado;
- Planos de carreira e de sucessão;
- Programas de expansão e/ou de franquia;
- Campanhas de comunicação para fidelização e captação;
- Aquisição e investimentos estruturais.

Como colocar em prática as teorias de planejamento?
Uma forma de trabalho é estabelecer um plano que busque respostas para quatro vetores administrativos:

1. Estratégia empresarial
“Boas empresas atuarão de forma a prover necessidades. Excelentes empresas criarão mercados”. Kotler

As perguntas clássicas feitas pelos marqueteiros são:
- Qual a natureza do seu negócio (Missão)?
- Quais os seus principais desafios (Visão)?

“Onde estamos” e “para onde vamos” são questões que devem ser entendidas de forma clara, orientando investimentos e a correta leitura dos limitadores impostos pelo mercado. Os fatores sociais, demográficos e econômicos são avaliados em termos de cenários, procurando minimizar ou maximizar seus impactos em nossas atividades empresariais.

Como ferramenta de trabalho, as tendências do mercado e do comportamento dos clientes devem ser entendidas como uma bússola estratégica, permitindo o posicionamento de produtos, serviços e a criação de sua identidade corporativa. Fatores como o crescimento econômico e endividamento das classes sociais, o impacto do número de indivíduos na fase da melhor idade, a valorização de uma melhor qualidade de vida e a independência financeira do público feminino certamente oferecem inúmeras oportunidades para a diferenciação.

Devemos estar atentos ao foco no cliente de longo prazo, à automação de processos e à comunicação por resultados.

Como modelo de atuação, procure:

- Planejar o atendimento
o   Otimização dos processos;
o   Padronização de protocolos e decisão de custos.

-  Variabilidade
o   Perfis de clientes.

- Reorganizar recursos
o   Processos de alta performance;
o   Boas práticas;
o   Especialistas com funções pertinentes ao seu nível profissional;
o   Indicadores de resultado, não de custos.

2. Indicadores de gestão
“Se a estrutura não acompanha a estratégia, o resultado será a ineficiência” Chandler.

Um dos maiores desafios de um gestor de alta performance é estabelecer quais os principais indicadores a serem acompanhados no dia a dia do negócio. Temos uma tendência de avaliar os resultados somente pela visão de curto prazo, deixando de observar dados estratégicos que podem ajudar a nos preparar melhor para o futuro.

Quais os seus principais indicadores para medir a atividade empresarial? Como metodologia, adota-se hoje o acompanhamento de relatórios de resultado e de tendência. Os primeiros apresentam o desempenho final de um período e refletem as atividades realizadas, os tipos de vendas, a rentabilidade e os custos operacionais.

Já os relatórios de tendência comunicam como as coisas devem ser feitas no futuro e refletem melhor a estratégia da empresa ao longo dos próximos meses, bem como o tipo de gestão de carteiras de clientes e os índices de satisfação.

3. Processos operacionais

“O novo líder é aquele que compromete as pessoas com a ação, converte os seguidores em líderes e que pode converter os líderes em agentes de mudança.” Bennis.

Gerenciar os processos operacionais exige entender e acompanhar os grupos de influência na área, mapeando as expectativas e estágios de relacionamento dos seguintes públicos: Iniciadores, Influenciadores, Decisores e Compradores e clientes usuários.

Como metodologia atual, busca-se a criação de um ambiente de trabalho que fortaleça o conceito de qualidade de vida, valorização humana e paz interior. Todos os fatores podem contribuir para estabelecer a imagem do seu negócio, desde o nome da empresa, as cores e o mobiliário, até o perfil dos profissionais.

No âmbito externo, a regra é a mesma. A situação do consumo dos serviços deve ser avaliada de forma integrada, criando experiências positivas e vivenciais com os clientes, estabelecendo um contexto sociocultural diferenciado.

Os processos de trabalho devem ser desenhados segundo a Lei da Colaboração, utilizando ferramentas de conexão pessoal, eletrônica e de aprendizado.

4. Criação de valor

“Se você não direcionar seu pensamento para o cliente, você não está pensando.” Levitt.

Para agregar valor à sua atividade empresarial, recomenda-se a definição de estratégias de diferenciação.

Como primeiro passo, deve-se segmentar o perfil de clientes, agrupando-os por preferências, estilos e poder de compra dos seus produtos. O valor potencial de cada cliente deve ser projetado para o período de 12 meses, estabelecendo metas de desempenho comercial. Em seguida, procura-se definir um posicionamento único de mercado, destacando-se da concorrência com uma oferta própria e que não seja facilmente copiada em curto prazo.

O período de sazonalidade deve ser entendido como oportunidade, tanto na concentração de clientes em datas comemorativas, como em horários de alto fluxo, tais como finais de semana. A precificação dos serviços deve ser estabelecida considerando o potencial de compra do perfil dos segmentos, bem como os custos de servir envolvidos na operação.

O portfólio de produtos e serviços deve ser calibrado, respeitando-se a complexidade operacional e o tempo necessário para a sua realização. Finalmente, os planos de comunicação devem refletir a visão da empresa, o perfil de público desejado e ser compatível com o nível de esforço das verbas disponíveis. Geralmente ficam situados na faixa de 3 a 5% dos objetivos de faturamento da empresa.

A educação continuada pode ser o seu diferencial dentro desse processo empreendedor e deve fazer parte do planejamento do seu negócio. O B.I. International possui o programa Diamante do Desenvolvimento que o direciona em qualquer momento da sua carreira. Se você está prestes a se formar ou é recém formado e possui até 25 anos, o Global Talent é sua melhor opção. Com o Global Talent você alia empreendedorismo, inovação e sustentabilidade a um ensino de qualidade, no Brasil e no exterior. Acesse www.globaltalent.com.br e saiba mais. Quer conhecer os outros programas? Então acesse www.biinternational.com.br . O B.I. possui o curso certo para você!